9 de agosto de 2026
1 min de leitura
por Equipe Vanguard
O jogo ganhou cara própria
Até agora a interface era funcional e sem personalidade: painéis cinza-azulados, a fonte padrão do motor, cada tela com um jeito diferente porque cada uma foi feita numa hora.
O jogo ganhou cara própria
Até agora a interface era funcional e sem personalidade: painéis cinza-azulados, a fonte padrão do motor, cada tela com um jeito diferente porque cada uma foi feita numa hora.
Agora existe uma identidade visual de verdade, e ela vem da oficina do ferreiro: couro curtido nos painéis, ferro batido nas bordas, e o laranja do metal na têmpera como cor de destaque. Nada de cinza de castelo — é uma forja acesa.
Os títulos usam uma tipografia inspirada em inscrição romana em pedra, e os números uma fonte desenhada para ser lida em tela pequena. Porque metade desta interface é número.
O que isso muda na prática
Todas as telas passam a ter a mesma cara, e o que é importante fica óbvio: o botão de recrutar salta em laranja, os bônus que a sua pesquisa deu aparecem em verde, o aviso de ataque chegando vem em vermelho.
E, para o futuro: mudar a aparência do jogo inteiro agora é ajustar um arquivo só. Antes seria caçar cor por cor em vinte telas — o motivo de elas terem ficado diferentes umas das outras.
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